A endometrite crônica é uma inflamação bacteriana persistente do endométrio, a parede interna do útero. A condição pode impactar diretamente a fertilidade ao diminuir as chances de implantação do embrião no útero e aumentar o risco de aborto.

A maior parte das mulheres é assintomática, mas é possível a manifestação de sintomas como: febre, sangramento, corrimento e dor. Mesmo após o tratamento, complicações da endometrite envolvendo alterações nas tubas uterinas e nos ovários podem diminuir as chances de engravidar.

O diagnóstico é feito por meio do exame da cavidade uterina, retirada de fragmentos do endométrio e envio do material para análise no laboratório. O tratamento é realizado com antibióticos para combater as bactérias que estão provocando a inflamação, sem necessidade de intervenção cirúrgica.

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Dr. Ricardo M. de Oliveira
Fundador – Diretor Clínico – Técnico responsável
CRM 26218

O teste de paternidade trata-se de uma forma de provar se existe ou não vínculo de genitura entre duas pessoas. Uma análise é feita com as sequências de DNA dos envolvidos para descobrir quem é o pai biológico.

Nós do RDO Diagnósticos fazemos o teste de paternidade com dois tipos de amostras:

Com o sangue do suposto pai, o da mãe e o sangue da criança em questão ou em casos em que o bebê ainda não nasceu, fazemos com o líquido amniótico (amniocentese) a partir da 12ª semana de gestação com a técnica de Microssatélites.

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O diagnóstico de ISCA – Infertilidade Sem Causa Aparente pode ser definido após a exclusão dos fatores mais conhecidos de infertilidade conjugal.
O casal não tem alterações fisiológicas, orgânicas, mesmo após ter sido submetido a todos os exames clínicos, laboratoriais e de imagens necessários para avaliar as possíveis causas que expliquem o motivo de não conseguir engravidar.

No caso da mulher, inicialmente são solicitados quase 25 exames básicos. Depois, amplia-se a investigação, para mais 41 exames, que pode começar pela avaliação da reserva ovariana, exames (anti-Mülleriano e ultrassom) que permitem a averiguar quantidade de folículos presentes nos ovários naquele momento.
No caso do homem, inicialmente são quase 15 exames, que depois são ampliados para mais 11.
Na verdade, quando não se consegue chegar a uma conclusão, o nome deveria ser ICCD – Infertilidade Conjugal de Causa Desconhecida.

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A gravidez em si é um estado que predispõe a trombose. Esse risco é ainda mais relevante na presença de um distúrbio genético do estado de hipercoagulabilidade, a trombofilia. O aborto espontâneo ocorre em aproximadamente 15% das gestações e a trombofilia é um fator que contribui para essas manifestações.

Uma outra trombofilia foi recentemente descoberta, mais associada ao risco de  AVC e IAM. O PAI-1 (inibidor do ativador do plasminogênio tipo 1) é um fator que ajuda a controlar a fibrinólise (o processo de quebra de coágulos sanguíneos). Níveis elevados de PAI-1 reduzem a fibrinólise, o que aumenta o risco de trombose.

É essencial que as investigações de trombofilia devem ser individualizadas. A consideração do perfil de risco trombótico, história pessoal e familiar e tipo de evento obstétrico é fundamental para o manejo adequado dessas pacientes.

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Uma das causas de infertilidade masculina ocorre porque seu próprio corpo produz defesas contra os espermatozoides. Quando isto acontece, o espermatozoide não consegue fertilizar o óvulo.

Vários fatores podem induzir a formação do anticorpo anti-espermatozoide, tais como: infecções genitais, traumatismos, cirurgias nos testículos, varicocele (varizes testiculares), etc.

O exame anticorpo anti-espermatozoide identifica a formação de anticorpos contra o espermatozoide, ele identifica a imunoglobulina presente localizando a região de fixação do anticorpo, ou seja, qual local do espermatozoide ele está “atacando”.

Os anticorpos ligados à parte proximal da cauda são os que mais afetam a fertilidade.

Este exame analisa a pode ser recomendado em situações como: aglutinação espermática, motilidade diminuída, infertilidade inexplicadas, entre outros.  O exame é recomendado em situações como, aglutinação espermática, motilidade diminuída, infertilidade de causa desconhecida, entre outras. 

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No primeiro trimestre da gestação há uma estimativa de 15% a 20% de ocorrer abortos espontâneos, sendo que até 70% podem ser de causa genética, geralmente anormalidades cromossômicas do próprio feto.

É indicado que esse material seja submetido ao estudo genético para que o motivo da interrupção da gestação possa ser compreendido e o casal aconselhado quanto aos riscos reprodutivos.

Existem diferentes métodos que podem ser utilizados para a análise do material de aborto variando em seus alcances e custos.

O RDO Diagnósticos Médicos utiliza o método de NGS (Sequenciamento de Nova Geração) e STR (Microssatélites) que avaliam de forma tanto numérica quanto de perdas e duplicações parciais dos cromossomos.

Essas técnicas permitem, também, avaliar a presença de contaminação materna, garantindo uma melhor precisão do seu resultado.

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A Trombofilia refere-se à predisposição aumentada que favorece a formação de coágulos sanguíneos e doenças tromboembólicas.  A trombose é causada pela coagulação do sangue que podem se formar dentro das veias, artérias podendo em casos mais graves provocar a embolia pulmonar. No caso da placenta, pode provocar, restrição de crescimento do feto e abortos.

O diagnóstico da trombofilia é realizado através de uma simples amostra de sangue. Existem duas maneiras da trombofilia se desenvolver:

Hereditária que ocorre quando há histórico familiar com trombose e predisposição à diminuição do fluxo sanguíneo.

Adquirida que pode surgir ao longo da vida em indivíduos saudáveis e, em decorrência de outra condição clínica.

Na trombofilia herdada se busca pela presença de mutações genéticas associadas à coagulação.  Já a trombofilia adquirida se busca associações a outras alterações autoimunes como o lúpus eritematoso sistêmico,  artrite reumatóide  ou a síndrome antifosfolípides, uma desordem autoimune com risco de vida em que o sistema imunológico erroneamente produz anticorpos (anticorpos antifosfolípides) contra certas proteínas normais no sangue – causando principalmente coágulos dentro de artérias ou veias, bem como complicações na gestação como os abortos espontâneos e de repetição e natimortos.

Exames recomendados:

– Anticardiolipina;

– Anticoagulante lúpico;

– Antitrombina III;

– Homocisteinemia;

– Mutação do gene do fator II (protrombina);

– Mutação do gene do fator V (Leiden);

– Proteína C;

– Proteína S.

Exames opcionais complementares:

– Anticorpos antifosfolipedes (antifosfatidilserina e antifosfatidiletanolamina);

– Anticorpos anti-beta 2 glicoproteína I

– Mutação dos genes C677T/A1298C do MTHFR (Metileno-Tetra-Hidro-Folato-Redutase).

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Durante a realização da FIV, quantos mais folículos forem coletados, maior será a chance de se ter mais óvulos e embriões viáveis para a transferência, o que aumenta as chances de gestação.
A baixa resposta ovariana é a expressão usada para descrever uma condição na qual os ovários não respondem de forma satisfatória à estimulação ovariana e produzem uma quantidade reduzida de folículos e óvulos maduros durante o ciclo de FIV.
Em alguns casos, é possível prever essa resposta, principalmente quando a paciente apresenta indícios de baixa reserva ovariana na avaliação previa, como:
– Idade próxima à menopausa;
– Altos níveis do hormônio FSH;
– Baixo pico de estradiol.
– Baixos níveis de hormônio anti-Mülleriano;
– Baixa contagem de folículos antrais ao ultrassom;
A partir desses resultados, a estratégia terapêutica medicamentosa pode alterar o protocolo de estimulação para tentar aumentar a resposta ovarina.
Uma outra situação que deve ser avaliada é a presença do polimorfismo dos receptores de FHS/LH, que influenciam no modo como os ovários respondem ao estimulo hormonal, seja, com medição hormonal purificada, ultrapurificadas ou medicação recombinante.

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Sono-histerossalpingografia contrastada é um procedimento ginecológico que consiste na utilização da ultrassonografia transvaginal previa associada e combinado com o contrate ultrassonográfico ativo de segunda geração. O procedimento utiliza um contraste em microbolhas (hexafluoreto de enxofre) diluído em 10 ml de soro fisiológico, introduzido por fino cateter pelo canal do colo do útero.

Este procedimento permite que o médico acompanhe em tempo real a passagem do cateter com uma 3D das trompas e da cavidade uterina para o diagnóstico da permeabilidade tubária em mulheres inférteis, além de poder identificar a endometriose profunda, possibilita ainda o diagnóstico de outras patologias uterinas e ovarianas não acessíveis à histerossalpingografia convencional.
Por não utilizar não utiliza contraste iodado minimiza as possibilidades de alergias. Não expõe a mulher em idade reprodutiva aos riscos a pesada radiação da histerossalpingografia tradicional e, não causa a temida dor intensa, e após o exame a paciente pode retornar a sua rotina diária.

 

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O hipotireoidismo é uma doença endócrina e é um dos fatores da infertilidade feminina entre as mulheres em idade reprodutiva.

A causa mais comum é a tireoidite autoimune com anticorpos antiperoxidase e antitireoglobulina.

O hipotireoidismo subclínico é definido por níveis de TSH acima do limite de referência e, com níveis de T4 livre normal. Sua prevalência pode chegar a 9% entre as mulheres em idade reprodutiva.

Mulheres inférteis que não se submeteram à técnicas de fertilização in vitro (FIV), não apresentam diferenças significativas para valores de TSH. Por outro lado, aquelas que se submeteram à FIV apresentam resultados melhores para o número de embriões gerado e as taxas de implantação embrionária, risco de aborto e número de nascidos vivos, quando comparadas com as não tratadas.

O parto prematuro é três vezes mais comum em gestantes com hipotireoidismo e está associado a um aumento de abortos espontâneos, natimortos, descolamento de placenta e hemorragia pós-parto.

O RDO Diagnósticos possui uma lista de exames para avaliar a saúde dos seus óvulos para que você planeje seu futuro reprodutivo

 

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