A Ultrassonografia Transvaginal emite e capta ondas sonoras que entram em contato com o corpo humano. Sendo assim, as ondas são emitidas na região dos órgãos reprodutivos da mulher, a fim de avaliar o canal vaginal, o colo uterino e toda a extensão do útero e os ovários.

Este exame pode ser realizado para detectar e investigar diversos problemas de saúde, como tumores, infecções, sangramento vaginal anormal, infertilidade, entre outros. Ele também pode ser indicado para o controle da gestação, conferindo o bem-estar e o crescimento do feito.

Assim, o ultrassom transvaginal pode ser indicado para identificar problemas de saúde e para exames de rotina. No RDO Diagnósticos temos este exame com aparelhos de alta tecnologia para que você realize seu exame sem medo e com a maior segurança possível!

 

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Dr. Ricardo M. de Oliveira
Fundador – Diretor Clínico – Técnico responsável
CRM 26218

A Doença Inflamatória Pélvica e/ou a endometrite crônica, quando não diagnosticada com precisão pode dificultar a gestação de modo natural e, ao longo do tempo pode provocar alterações nas tubas uterinas, gravidez tubária (ectópica), abortos de repetição e falhas de implantação embrionária, comprometendo a fertilidade.

Segundo estudos, a doença afeta aproximadamente 40% das mulheres com diagnóstico de infertilidade e, sua prevalência pode chegar a 66% dos casos de perdas gestacionais recorrentes e repetidas falhas de Implantação.

O RDO Diagnósticos possui um painel microbiológico endometrial RDO, que permite investigar, de modo preciso e, simultâneo a presença de 13 bactérias em 2 tipos amostras (lavado e biopsia endometrial).

O Painel MICENDO utiliza, pioneiramente metodologia
RT-PCR de modo qualitativo (ensaio SYBR Green), bem como qualitativo por primers
e sondas para a detecção de ácidos nucleicos dos 13 patógenos, possivelmente causadores do processo infeccioso e inflamatório do endométrio.

O Painel Microbiológico Endometrial RDO oferece uma investigação diagnóstica mais precisa, pois, muitos casos, ficam assintomáticos e subdiagnosticados, visto que, a doença muitas vezes não demonstra sinais e sintomas.

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A Ultrassonografia Transvaginal com Preparo Intestinal é uma metodologia de imagem consagrada e recomendada para a investigação da endometriose.

A Ultrassonografia Transvaginal com Preparo Intestinal é uma metodologia de imagem consagrada e recomendada para a investigação da endometriose. Este exame é de extrema importância para a detecção dos focos endometriais e para o estadiamento, ou seja, para determinar quais as estruturas comprometidas e, qual o grau de infiltração.

É o método de eleição para a pesquisa da presença de endometriose ovariana e infiltrativa da região retro uterina, retossigmoide e do septo retovaginal. O exame apresenta sensibilidade de 98% para endometriose acometendo o retossigmoide, e de 95% para a endometriose profunda na região.

Resultados superiores inclusive aos obtidos com a ressonância magnética, com sensibilidade de 83% para lesões no retossigmoide e, 76% para a região retrocervical, especificidade de 98% e 68% para cada uma das duas regiões, respectivamente.

Além da ultrassonografia apresentar melhor resolução da estratificação das camadas da parede intestinal do que a ressonância magnética, permitindo definir melhor o grau de infiltração da endometriose.

O RDO Diagnósticos possui um painel de exames laboratoriais e de imagem para investigação da endometriose, bem como a ultrassonografia com preparo intestinal para investigação da suspeita de endometriose profunda

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O Hormônio Anti-Mülleriano (HAM) é produzido pelas células ovarianas e é responsável por regular o desenvolvimento e o crescimento dos folículos. Ele tem a capacidade de analisar a reserva ovariana, fornecendo uma estimativa de quantos folículos uma mulher ainda possui.

O HAM representa a quantidade de óvulos, e não a qualidade. Por exemplo, se o HAM estiver baixo, significa que a quantidade de óvulos também está.

O RDO Diagnósticos realiza este teste desde 2005. O laudo é pioneiramente, expresso em gráficos de acordo com a idade da mulher.

O gráfico é de fácil compreensão e entendimento tanto para o médico, quanto para a paciente, o que permite que ela possa planejar seu futuro reprodutivo e apressar-se para engravidar de forma natural, por fertilização assistida ou adiar a maternidade através do congelamento dos óvulos.

RDO DIAGNÓSTICOS MEDICOS,
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Dr. Ricardo M. Oliveira

Para saber mais informação: converse com o seu médico, ou acesse www.rdo.med.br ou escreva aqui a sua pergunta.

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A presença de trombofilias aumenta o estado de hipercoagulabilidade da gestante, causando trombose no leito de vascularização placentária, levando a complicações durante a gestação.

Existem dois tipos de trombofilias:

•Genética: constituem um grupo heterogêneo de alterações na coagulação sanguínea, que aumentam a predisposição ao desenvolvimento de fenômenos tromboembólicos e manifestam-se, em geral, na presença de outros fatores de risco.

•Adquirida: pode ser desencadeada por fatores externos, provocando assim uma série de complicações como: trombose arterial ou venosa inexplicável, ataques isquêmicos transitórios, AVC inexplicável e embolias.

As trombofilias geram muitas dúvidas, principalmente quando falamos de gestação.

Pensando nisso, hoje trouxemos as 5 dúvidas mais comuns para respondê-las!

Sim! É essencial buscar a orientação do seu médico antes de viajar. Não esqueça de usar meias de compressão, beber água, ir ao banheiro a cada 2 horas e caminhar pelo corredor!

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O espermograma é um exame simples, é recomendado que a coleta seja feita pela manhã, no hospital ou no laboratório. Contudo, em alguns casos e quando autorizado pelo médico, a coleta pode ser feita em domicílio também.

Através deste exame, é possível saber a quantidade de espermatozoides presentes em uma amostra de sêmen. Além disso, é possível determinar a motilidade e morfologia dos gametas e avaliar a função das glândulas, como próstata e vesículas seminais.

O espermograma é um importante aliado na avaliação da função testicular, devendo ser realizado quando houver suspeitas de infertilidade masculina, mas sempre acompanhado de testes complementares.

Quer saber mais sobre o espermograma? Entre em contato com o RDO Diagnósticos e tire suas dúvidas!

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Os hormônios liberados pela tireoide participam em todo o funcionamento do nosso organismo.
No caso da mulher, esses hormônios exercem efeitos importantes sobre a função dos ovários, pois eles interagem com os hormônios liberados pela hipófise, que estão associados, diretamente com a ovulação.

No hipotireoidismo – produção insuficiente dos hormônios – pode dificultar a gravidez.

Isso porque a deficiência do hormônio T4, faz com que liberação de um óvulo maduro aconteça de modo irregular.

De modo geral, também pode causar ciclos anovulatórios (sem ovulação).

No hipertireoidismo – produção aumentada dos hormônios – a hiperfunção acelera o metabolismo. No que diz respeito à fertilidade feminina, esse problema pode acarretar alterações nos ciclos menstruais, bem como, aumentar as taxas de abortamento.

As disfunções da tireoide devem ser tratadas para o restabelecimento do equilíbrio hormonal, seja antes de uma gestação planejada ou tratamento de fertilização in vitro (FIV).

Por esse motivo, a avaliação hormonal faz parte da investigação de casos de infertilidade conjugal.

Dr. Ricardo M. de Oliveira
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A trombofilia (genética ou adquirida) é uma condição, uma tendência de hipercoagulabilidade sanguínea.

Na gravidez, a trombofilia representa um sério risco de abortos repetitivos, perdas gestacionais e riscos no desenvolvimento do bebê.

Os abortos podem ocorrer antes da 20ª. semanas de gestação. Vários são os fatores, os quais vão desde os hereditários até os hábitos diários.

O risco de trombofilia pode aumentar em casos de uso de contraceptivos hormonais orais, e cigarros, assim como excesso de peso, pois a gordura eleva o risco de trombose. Se a trombose não for identificada e tratada, há o risco de embolia pulmonar, condição grave que pode ser fatal.

Cada caso de trombofilia é tratado de um modo diferente. A partir do momento que a gravidez é confirmada, e dependendo do tipo de trombofilia, a estratégia terapêutica é diferente, o tratamento pode ser feito por medicamentos, a fim de evitar riscos para a mãe e para o bebê.

É importante ressaltar que o quadro de trombofilia nem sempre traz riscos para a gravidez, mas é necessário um acompanhamento médico para prevenir o aborto de repetição e outras complicações para o feto e a mãe.

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A gravidez é um fator de risco para o desenvolvimento da trombose venosa – condição que contribui para a morbidade e mortalidade obstétrica. Durante a gravidez, a mulher tem chances de desenvolver a Trombose Venosa Profunda que acontece nas pernas, pelve ou panturrilha, os principais sintomas deste tipo de trombose são a vermelhidão, inchaço e calor no local.

A trombose gestacional pode ser resultado de alterações na circulação sanguínea, principalmente nos membros inferiores causada pelo crescimento do útero. A condição pode ocorrer durante qualquer período da gravidez, incluindo os três primeiros meses e o puerpério.

A diminuição do fluxo sanguíneo pode causar além da vermelhidão e quentura no loca, inchaço, dor e sensibilidade na parte interna das pernas principalmente quando estiver em pé ou andando.

Tem alguma dúvida? Comente aqui e podemos falar mais sobre o assunto!

 

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